Essa é uma dúvida muito comum e a resposta é: depende.
Ter histórico familiar pode sim aumentar o risco, mas não é uma sentença.
O mais importante é entender o que isso significa e como agir de forma consciente e preventiva.
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Apenas 5% a 10% dos casos de câncer estão ligados a alterações genéticas herdadas (como em casos de mama, ovário, intestino, próstata e rim).
Um exemplo importante é a Síndrome de Li-Fraumeni, uma condição genética rara causada por mutação no gene TP53, que aumenta o risco para diferentes tipos de câncer ao longo da vida e exige acompanhamento radiológico especializado.
A maioria dos tumores está relacionada a estilo de vida, envelhecimento e fatores ambientais, como reforçam instituições internacionais como o AICR (American Institute for Cancer Research).
Fique atento se há na família:
Sim! Em situações específicas, o teste genético pode ser indicado. Mas essa avaliação deve ser sempre feita com orientação médica, nunca por conta própria.
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O que fazer, então?
Mesmo para quem tem histórico familiar, é possível prevenir ou detectar o câncer precocemente com hábitos saudáveis, exames em dia e acompanhamento médico de confiança.
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Informação correta e cuidado contínuo são suas melhores estratégias.
⠀ Acesse o site e saiba mais: drstefanyfaria.com.br
American Institute for Cancer Research: www.aicr.org
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Dr Stefany Cardoso Faria
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