Essa realidade ganhou destaque com o diagnóstico da cantora Preta Gil, aos 48 anos.
Possíveis fatores por trás desse aumento:
Alimentação pobre em fibras e rica em ultraprocessados e carnes processadas;
Sedentarismo e excesso de peso;
Consumo frequente de álcool e tabagismo;
Histórico familiar de câncer colorretal ou síndromes genéticas (como a de Lynch);
Baixa adesão a exames de rastreamento na idade indicada.
Para quem já tem diagnóstico: a análise molecular do tumor é fundamental. Alterações genéticas como BRAF, KRAS, HER2, MSI-H e o local do tumor (cólon direito ou esquerdo) influenciam o comportamento da doença e podem indicar tratamentos-alvo mais eficazes. Converse com seu médico sobre esses testes.
A ausência de sintomas iniciais dificulta o diagnóstico precoce. Muitas pessoas, especialmente jovens, não se imaginam em risco, atrasando o início do tratamento.
Sinais de alerta:
– Alterações no hábito intestinal (diarreia ou constipação persistentes)
– Sangue nas fezes
– Dor abdominal persistente
– Perda de peso sem causa aparente
Quem tem histórico familiar deve conversar com seu médico sobre a necessidade de iniciar o rastreamento antes dos 45 anos.
A prevenção e o diagnóstico precoce, com a realização de colonoscopia, exames de toque e pesquisa de sangue oculto nas fezes, continuam sendo as principais armas contra o câncer colorretal, em qualquer idade!
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Dr Stefany Cardoso Faria
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