Médico Oncologista
Dr. Stefany Faria
Dúvidas Frequentes sobre Câncer de Mama
Receber um diagnóstico ou conviver com o câncer costuma gerar muitas perguntas, medos e inseguranças.
Pensando nisso, reunimos aqui as dúvidas mais comuns dos pacientes e familiares, explicadas de forma clara, responsável e humana.
O câncer de mama é uma doença caracterizada pelo crescimento desordenado de células na mama, podendo atingir ductos, lóbulos ou outros tecidos. Quando diagnosticado precocemente, as chances de tratamento eficaz são altas.
Os sinais mais comuns incluem nódulo na mama ou axila, alterações na pele, retração do mamilo, saída de secreção e mudanças no formato da mama.
Não. A maioria dos nódulos mamários é benigna. Apenas exames clínicos e de imagem, associados à biópsia quando indicada, podem confirmar o diagnóstico.
O diagnóstico envolve exame clínico, mamografia, ultrassonografia, ressonância magnética (em alguns casos) e confirmação por biópsia.
O estadiamento indica a extensão da doença no organismo, considerando tamanho do tumor, linfonodos acometidos e presença ou não de metástases.
É quando o tumor está restrito à mama ou com mínimo comprometimento linfonodal, geralmente com maiores chances de cura.
Em muitos casos, sim. Especialmente quando diagnosticado precocemente e tratado de forma adequada e individualizada.
Os mais comuns são o carcinoma ductal invasivo e o carcinoma lobular invasivo, além de subtipos definidos por características moleculares.
São marcadores que ajudam a definir o tipo do câncer e orientar o tratamento, como hormonioterapia ou terapias-alvo.
Não. O tratamento depende do estágio, do subtipo do tumor e do perfil da paciente. Algumas precisam de cirurgia e hormonioterapia apenas.
O tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia e terapias-alvo, de forma isolada ou combinada.
Não. Em muitos casos é possível realizar cirurgia conservadora, preservando a mama, dependendo do tamanho e localização do tumor.
Não. Em muitos casos é possível realizar cirurgia conservadora, preservando a mama, dependendo do tamanho e localização do tumor.
Nem sempre. Hoje existem técnicas como o linfonodo sentinela, que reduzem a necessidade de cirurgias mais extensas.
Podem incluir queda de cabelo, fadiga, náuseas, alterações na pele, menopausa precoce e alterações emocionais, variando conforme o tratamento.
O suporte psicológico, familiar e médico é fundamental. O cuidado com a saúde emocional faz parte do tratamento oncológico.
Depende do tipo de tratamento e da resposta individual. Muitas pacientes conseguem manter parte da rotina, com adaptações.
Existe risco de recidiva, que varia conforme o tipo do tumor e o tratamento realizado. O acompanhamento regular é essencial.
São consultas periódicas com exames para monitorar a saúde da paciente, detectar recidivas precocemente e cuidar dos efeitos tardios.
Depende de vários fatores como caso, tamanho do tumor, saúde da paciente. Em geral o tempo varia de meses a anos, especialmente quando há uso de hormonioterapia prolongada.
Em muitos casos, sim. O planejamento deve ser feito junto ao oncologista e, se necessário, com especialista em fertilidade.
Uma alimentação equilibrada auxilia na recuperação, no fortalecimento do organismo e no bem-estar geral.
Sim, quando liberada pelo médico. A atividade física pode ajudar na disposição, no humor e na recuperação.
A maioria dos casos não é hereditária, mas algumas pacientes podem ter mutações genéticas como BRCA1 e BRCA2.
O teste é indicado em situações específicas, como histórico familiar importante ou câncer em idade jovem.
Sim, embora seja raro. O diagnóstico e tratamento seguem princípios semelhantes aos das mulheres.
Algumas etapas podem causar desconforto, mas existem muitas formas de controle da dor e dos sintomas.
Remissão significa ausência de sinais detectáveis da doença após o tratamento, mas o acompanhamento continua sendo necessário.
Sim. Mesmo quando há metástases, existem tratamentos que controlam a doença, aliviam sintomas e melhoram a qualidade de vida.
Sim. Cuidados paliativos não significam fim de tratamento, mas sim cuidado integral, físico e emocional.
O oncologista é o médico especializado em indicar, coordenar e ajustar o tratamento do câncer, oferecendo cuidado técnico, individualizado e humanizado, como o realizado pelo Dr. Stefany Faria.