Os avanços no tratamento do câncer de próstata têm permitido terapias mais eficazes, personalizadas e com menos efeitos colaterais, especialmente em estágios avançados ou recidivados.
Sociedades e institutos como o Instituto Oncoguia, a Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT) e as diretrizes nacionais destacam, entre esses progressos, o uso crescente de terapia-alvo, radioterapia de alta precisão e imunoterapia em cenários selecionados.
Segundo o Instituto Oncoguia e diretrizes brasileiras para câncer de próstata, a terapia-alvo utiliza medicamentos que atuam em alterações específicas das células tumorais, interferindo em vias de crescimento e reparo do DNA, com maior seletividade em relação ao tecido saudável.
Alguns desses fármacos incluem inibidores de PARP e agentes dirigidos a alvos moleculares como o PSMA em casos avançados, frequentemente com um perfil de efeitos colaterais diferente e, em muitos pacientes, mais manejável do que esquemas tradicionais isolados.
A Sociedade Brasileira de Radioterapia e a Sociedade Brasileira de Urologia descrevem técnicas como IMRT (radioterapia de intensidade modulada) e radioterapia estereotáxica (SBRT) como marcos na radioterapia de precisão para próstata.
Essas tecnologias permitem concentrar doses mais altas na área do tumor, “poupando” órgãos vizinhos como reto e bexiga, o que se traduz em melhor controle local da doença e menor risco de efeitos colaterais urinários e intestinais em muitos pacientes.
De acordo com o Instituto Oncoguia e revisões recentes, a imunoterapia em câncer de próstata como vacinas terapêuticas e medicamentos que modulam o sistema imunológico, busca “treinar” as defesas do organismo para reconhecer e atacar as células tumorais.
Em cenários específicos de doença avançada, essas abordagens podem ser integradas à medicina de precisão, levando em conta biomarcadores e características genéticas do tumor para selecionar melhor os pacientes que podem se beneficiar.
Materiais de centros oncológicos e diretrizes terapêuticas nacionais ressaltam que esses avanços trazem, em muitos casos, mais controle da doença, mais tempo de sobrevida e melhor qualidade de vida para os pacientes.
Além disso, reforçam que a pesquisa continua em rápida evolução, com novos estudos clínicos em terapia-alvo, radioterapia de precisão e imunoterapia abrindo caminho para tratamentos ainda mais eficazes no futuro.
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Dr Stefany Cardoso Faria
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